Inconstitucional é a violência contra mulheres e crianças, base e corpo de qualquer sociedade. Se a família não puder ser a formadora da sociedade, nunca teremos uma sociedade, muito menos justa e equilibrada. Família sã, sociedade são.
É a violência doméstica que é completamente inconstitucional e fere todos os direitos humanos, já que a formação de sociedades poderosas depende de relações familiares onde exista equilíbrio de poder e o equilíbrio de poder só se dá quando a individualidade da mulher é preservada e seu direito a expressão, a liberdade, a segurança, ao conforto, a saúde é preservados também, por isso a violência doméstica deve ser severamente combatida.
DIGA NÃO aos processos que vêem sendo impetrados por homens (justamente agressores) com o objetivo de enfraquecer e destruir a Lei Maria da Penha e sabotado por juízes que abandonam a vítima quando esta o procura por justiça. Com isso, eles querem apenas o direito de magoar e destruir psicológica e moralmente a família sem ter que pagar por isso.
Homem que não sabe viver em família deve ser separado dela e punido pelos danos que causou porque esses danos se perpetuarão através de todas as gerações que virão por meio da mulher agredida, psicologicamente deformada e violada.
Pedimos que as Leis se aperfeiçoem no sentido de se tornarem mais eficazes e mais dura para quem causa danos irreversíveis e geralmente todos eles são.
Danos a psique e a dignidade não têm reparos. Pode-se consertar um carro que quebrou, mas não um ser humano. Punições mais pesadas, afastamento completo do agressor da família, nada de condicional, porque a violência NUNCA é apenas contra uma pessoa. Como foi dito, afeta inclusive quem ainda não nasceu. Afetarão os filhos dos filhos e dos filhos, criando um estigma que irá perpetuar essa violência e solapar as relações mais coletivas.
Digam NÃO a esses que querem que a violência continue entre nós, destruindo o direito humano a uma sociedade mentalmente sadia.
Essa petição, após assinada pelo máximo de pessoas, será impressa e enviada (ou entregue pessoalmente) a Ministra Iryni Lopes que compreende a importância disso, conforme entrevista dela, inclusive por meio de várias associações, comunidades, etc.; à própria Maria da Penha de quem a Lei recebeu o nome; ao Supremo Tribunal (àquelas e aqueles que podem ajudar), a OEA também, e qualquer pessoa no poder que entenda a importância disso. NINGUÉM É INACESSÍVEL.
Assine DIVULGUE, coletando assinaturas. Façam isso por nossas filhas e filhos e por nós mesmas.