Recentemente, diversas entidades ligadas à promoção do aborto – e são dezenas ou quiçá, centenas delas, incluindo ong's e agências de publicidade que vivem de sugar os nossos impostos, sob o patrocínio imoral do próprio governo, e este, por sua vez, sob a batuta da ONU – estão a angariar assinaturas em listas eletrônicas com mensagens de repúdio ao STJ – Superior Tribunal de Justiça, por ter ele decidido a favor de um réu acusado de abuso sexual de três meninas de 12 anos de idade, sob a alegação de que elas já se prostituíam.
À frente, a Ministra Maria do Rosário Nunes, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, emitiu uma Nota Pública, consoante repetidas declarações verbais proferidas à imprensa, na qual se expressa nos seguintes termos: “Entendemos que os Direitos Humanos de crianças e adolescentes jamais podem ser relativizados.”
Trata-se, evidentemente, de um notório embuste! O aparente confronto entre os ministros do STJ e a militância feminista não passa de eventual "fogo amigo", facilmente dirimível pelas mesmas esferas superiores de onde emanaram tais fatídicos projetos Trata-se, sim, já que aconteceu, um mero aproveitamento do fato para servir como lavanderia da moral por quem não tem nenhuma!
A verdade é que ambas as propostas, seja a de defesa do aborto ou da legalização da pedofilia, nasceram como pizzas assadas no mesmo forno: a ONU, a amalgamar os ingredientes fornecidos por magnatas meta-capitalistas e proto-socialistas como George Soros; pelas fundações Ford e Rockfeller; pelas malthusianistas e darwinistas ong's ambientalistas internacionais e pelos governos russo e chinês.
Só para deixar ainda mais claro: a eutanásia já está aí, quentinha, enquanto o infanticídio - o assassinato de bebês recém-nascidos - já está com a massa pronta, bastando só cobri-la com bastante molho de ...sangue!
Que ninguém se espante, portanto, testemunhar em futuro próximo a Sra. Maria do Rosário e outras militantes sedizentes dos direitos humanos ou das mulheres afirmarem qualquer coisa exatamente em sentido contrário do que dizem hoje!
Se não é para relativizar os direitos humanos, então devemos incluir justamente a defesa da vida do bebê em gestação e a morte natural dos velhos e doentes terminais.
Abaixo a hipocrisia dos que estendem a mão direita com um punhal escondido na mão esquerda! Abaixo os falsos defensores dos direitos humanos. Abaixo o movimento feminista! A todos estes, nosso veemente repúdio!