CARTA ABERTA À OEA
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As eleições de 29 de novembro se realizam num país sob velado estado de sítio, com a população acuada pela escalada de violência. Como atestam diferentes organizações de defesa dos direitos humanos, o saldo em menos de quatro meses é de dezenas de mortos, centenas de feridos e milhares de pessoas levadas à prisão.
Atitudes diplomáticas ambíguas que buscam coonestar o governo golpista, como a manutenção de embaixadores em Tegucigalpa ou o esforço para apresentar o processo eleitoral hondurenho como recurso democrático para que o país retorne à normalidade, significam, na verdade, conivência com os ataques à democracia e abrem uma perigosa brecha na paz institucional há pouco mais de duas décadas conquistada pelas nações da região.
Apoiamos a defesa intransigente da recondução do presidente Manoel Zelaya ao governo como única solução possível para a crise hondurenha. Este é o verdadeiro impasse que nos leva ao limiar de um novo ciclo de instabilidade política e que não desejamos reviver na América Latina. Estamos alinhados a todos os países do continente que repudiam arranjo político que se tenta impor pela força a Honduras neste final do ano de 2009.
Golpes, entre nós, nunca mais.
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