Pela reposição do GCompris no Magalhães, pela razão em vez do pânico, pela comunidade e pelo país.
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Neste contexto, erros na tradução para Português que foram prontamente corrigidos ainda a notícia não tinha sido publicada no Expresso, não se justifica na opinião dos subscritores que o GCompris seja removido da instalação base.
Na realidade, é precisamente na instalação base que é mais fácil garantir que a versão instalada está perfeitamente actual, com as correcções incluídas. Nos equipamentos já distribuídos a actualização é simples utilizando qualquer ligação à Internet, que deverá estar disponível em quase 100\% das escolas.
É de notar que o outro sistema presente no Magalhães tem frequentemente problemas de segurança que normalmente demoram muito tempo a ser resolvidos (exigindo assim programas extra anti-vírus, anti-spyware, anti-pornware, entre outros), mas isso nunca foi razão para se apelar à sua remoção...
Nesse outro sistema é também habitual (e recomendável) fazer actualizações por Internet para resolver falhas de segurança e outros problemas que aparecem com alguma frequência.
Portanto, apesar de reconhecerem a gravidade dos erros de tradução, não lhes parece que estes sejam mais graves do que falhas de segurança ou outros bugs de software que podem ocorrer em qualquer sistema, mesmo naquele que é utilizado na maioria dos computadores pessoais.
Assim, não parece racional que a reacção aos problemas de tradução seja remover e ao invés de corrigir dado que para problemas mais graves, como os de segurança, nunca foi essa a indicação. Dado que as correcções se encontram disponíveis a remoção do software distancia-se ainda mais daquilo que pudesse parecer uma decisão ponderada.
De facto, quem lida com tecnologia deve saber que não lida com produtos perfeitos e que em determinadas ocasiões é necessário intervir para actualizar o sistema. O Magalhães não é excepção. Não é perfeito, mas não é por isso que perde o seu valor. E à medida que se forem corrigindo todos os problemas que se encontrem se irá cada vez mais acrescentando valor.
Assim sendo, os subscritores apelam ao Governo que não só cancele a decisão impulsiva de remoção do software, como também que tire proveito dos poderes que o Software Livre lhe confere. Apelam também a uma avaliação ponderada deste incidente e da forma como surgiu e tem sido noticiado, bem como à actualização do GCompris com o devido controle de qualidade e à sua manutenção, para benefício de todos.
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