ESTRADA DE FERRO MANDEIRA-MAMORÉ PARA PATRIMÔNIO MUNDIAL DA UNESCO

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A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) é uma ferrovia no atual estado de Rondônia, no Brasil. Foi a 15ª ferrovia a ser construída no país e a primeira da Amazônia, tendo as suas obras sido executadas entre 1907 e 1912 pela empresa americana Madeira-Mamoré Railway Company, em concessão do Governo Brasileiro, como parte da negociação diplomática oficializada pelo Tratado de Petrópolis, firmado em 1903 entre o Brasil e a Bolívia, como compensação da área anexada ao Brasil, onde atualmente é o Estado do Acre, que pertencia ao país vizinho. Estende-se por 366 quilômetros, ligando Porto Velho a Guajará-Mirim, cidades fundadas pela EFMM. Após duas tentativas fracassadas para a sua construção no século XIX, espalhou-se o mito de que, mesmo com o todo o dinheiro do mundo e metade de sua população trabalhando nas suas obras, seria impossível construí-la. O empreendedor estadunidense Percival Farquhar aceitou o desafio e teria afirmado "(...) vai ser o meu cartão de visitas". Foi a primeira grande obra de engenharia civil estadunidense fora dos EUA após o início das obras então ainda em progresso no Canal do Panamá. Com base naquela experiência, para amenizar as doenças tropicais que atingiram parte dos mais de 20 mil trabalhadores de 50 diferentes nacionalidades, Farquhar contratou o sanitarista brasileiro Oswaldo Cruz, que visitou o canteiro de obras e saneou a região. A EFMM garantiu para o Brasil a posse da fronteira com a Bolívia e permitiu a colonização de vastas extensões do território amazônico, a partir da cidade de Porto Velho, fundada em 4 de julho de 1907. Em 2011, o Governo do Estado de Rondônia condecorou in memorian com a comenda Marechal Rondon, Percival Faquhar e os 876 americanos que comandaram a construção da ferrovia. Vide o site. http://efmm100anos.wordpress.com/ Em 2012, comemora-se o centenário de sua inauguração. Em fevereiro foi instalado o Comitê Pró-Candidatura da EFMM a Patrimônio Mundial da Unesco. Como compensação dos impactos causados pela obras, os consórcios construtores das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira, pagam a revitalização do pátio ferroviário, galpões, oficina, locomotivas, estações, e trechos da linha férrea para passeios turísticos. A EFMM é uma das mais fantásticas páginas da História do Brasil e da engenharia mundial, e possui características expecionais de valor universal que atendem a critérios exigidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para sua inclusão da lista de bens mundiais. No entanto, é essencial para o êxito da campanha que a sociedade brasileira, e, sobretudo, a sociedade rondoniense queiram o título e expressem esse desejo formalmente. Este instrumento de apoio através do abaixo-assinado é de grande valor para a para a Unesco, e decisivo na conquista desse diploma, cuja dimensão é planetária e capaz de atrair investimentos variados para Rondônia, mais turismo e, principalmente, garante a proteção internacional permanente da área da EFMM tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). VEJA VÍDEO PROMOCIONAL http://youtu.be/PipIX4Op05I
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