Manifesto verde em Belo Horizonte
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a) CONVENÇÃO: A Convenção do Partido aconteceu apenas sob a pressão dos membros, alguns mais antigos e principalmente os novos que a exigiram, pois tinham a esperança do Partido Verde apresentar candidato à eleição majoritária, uma vez que tínhamos 03 pré-candidatos que naquele momento julgávam bastante qualificados, todavia, após secreta e suspeita reunião entre os pré-candidatos e a pseudo-Executiva Municipal, sob a bizzara e incompetente presidência do Sr. Ovídio Teixeira, fomos surpreendidos com o anúncio sem explicações convincentes, da retirada das pretensões dos Srs. Ronaldo Vasconcelos, Antonio Roberto e Délio Malheiros de disputarem a Prefeitura de Belo Horizonte e apoiarem a coligação capitaneada pelo Governador Aécio Neves e pelo Prefeito Pimentel em prol da candidatura do até então desconhecido Márcio Lacerda, deixando os membros militantes do Partido Verde sem ação e principalmente aqueles cujos nomes seriam anunciados como candidatos a Vereador, pois perceberam o enorme prejuízo que aquela decisão traria às suas candidaturas com a falta do apoio necessário às sua campanhas, o que se confirmou com o pífio resultado nas urnas em 05 de Outubro, quando apenas 02 dos candidatos se elegeram e mesmo assim, 01 graças aos poucos, porém , importantes votos da legenda.
b) COLIGAÇÃO: A Coligação revelou-se um verdadeiro desastre, pois, perdidos em seus anseios pessoais, a direção, chefes e trabalhadores da campanha de Márcio Lacerda, não só desconheceram completamente as necessidades dos Partidos coligados, seus representantes e seus candidatos, como também, houve casos de candidatos a Vereador do nosso Partido ser mal tratado em Comitês da Coligação, registra-se ainda o fato de em nenhum momento se pensou em uma reunião com os candidatos para ouvirem suas pretensões e suas propostas de participação na campanha do candidato Márcio Lacerda, nem houve nenhuma articulação do Partido Verde neste sentido. Mesmo assim, superando todas as deficiências e os efeitos depressivos da derrota nas urnas, os candidatos perdedores, juntamente com o Vereador eleito Leonardo Mattos, decidiram com muita coragem, coerência e ação, manter o apoio do Partido ao candidato Márcio Lacerda, em um momento crítico de sua campanha, quando as pesquisas indicavam vitória do candidato Leonardo Quintão por margem expressiva. Em passeata pelas ruas da cidade, fazendo tremular as Bandeiras do PV até o Comitê do candidato Márcio Lacerda, onde foi lido e entregue ao mesmo um Manifesto de Apoio contendo inclusive algumas propostas do PV para sua Gestão. Este movimento foi único e emocionou o Candidato, sendo decisivo para a arrancada de sua campanha rumo a vitória. Os membros participantes deste movimento são os verdadeiros VERDES e merecem o respeito de todos do Partido Verde em todo o Brasil.
c) TRAIÇÃO: Mesmo com muito esforço não se encontra outro termo para definir a atitude de alguém que pertencendo a uma agremiação, tendo se beneficiado enormemente dela, inclusive sendo eleito Vereador, utilizando o nome e prestígio desta agremiação e atualmente ocupando o cargo maior desta agremiação no âmbito Municipal, como é o caso do Sr. Ovídio Teixeira, única e exclusivamente por força do no mínimo, controverso Artigo 56 do Estatuto do Partido Verde, que ao propor a criação automática da Executiva Municipal, com membros da Estadual, tira a responsabilidade dos contemplados com cargos na Executiva, deixando o caminho livre para os oportunistas de plantão, tomarem em suas mãos as mais importantes decisões no Partido. Pois bem, tal Sr. não apenas contribuiu para o fiasco da Convenção, como após esta, abandonou o Partido à própria sorte e foi sem o menor constrangimento apoiar e trabalhar a candidatura de sua filha em outro Partido (o PTB) assim como transferir-lhe seus votos leais, conseguidos pelo Partido
Verde, com o que, muito provavelmente tenha contribuído decisivamente para sua eleição, tirando quem sabe, a vaga de outro candidato do Partido Verde. Da mesma forma, lamentamos profundamente a atitude do Presidente da Executiva Estadual José Aparecido de Oliveira, que em nenhum momento apoiou, nem ajudou os candidatos a Vereador pelo Partido Verde, sendo que a articulação para a retirada das candidaturas próprias do Partido Verde, foram com certeza fruto de sua amizade antiga com o Governador Aécio Neves, tendo sim, preferido apoiar um candidato a Vereador, seu assessor Luiz Felipe, em detrimento de todos os demais. Tais atitudes só podem ser classificadas como traiçoeiras e anti-éticas, contrariando frontalmente o que reza o Artigo 12 letras A,B e E do Estatuto do Partido Verde.
Assim, os signatários deste, esperam que sejam levadas a sério as considerações aqui colocadas e que medidas imediatas seja tomadas no sentido de excluir definitivamente as ervas daninhas que tanto prejuízo está causando ao jardim ético, honesto e idealista do PARTIDO VERDE, antes que causem danos maiores e irreversíveis.
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